quinta-feira, 9 de janeiro de 2014


Continuando... dos limites estreitos da minha mente pros limites .... da sua mente (os pontinhos aí é espaço pra você completar com o tamanho do seu limite...).

"Os filósofos da natureza... nada pode surgir do nada...´", página 41 do livro O mundo de Sofia - capítulo novo.

É, nada pode surgir do nada. O que é o nada? Não, não o nada do verbo nadar, o nada - pronome indefinido - que se refere a algo vago, impreciso, in-de-fi-ni-do?

Nas minhas limitações não consigo imaginar o nada... você consegue? O 'tudo' até é possível visualizar, mas o 'nada'!!? Interessante isso, né?

Não conseguimos imaginar o nada... nunca existiu o nada, sempre houve algo ou Alguém... mais louco ainda isso, né? E não houve um começo... e não haverá fim.

É de arrepiar só de pensar que não haverá fim. De quando você é, você é... e fim! Você pode até tentar sair do jogo, pedir pra desaparecer... mas, sorry, isso jamais vai acontecer.

Qual será a próxima etapa da sua existência infinita? Nos limites do que você pode pensar, já consegue saber onde passará o pra sempre? Cara, pra sempre é tempo demais... demais.

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