Creio que seja isso mesmo... sempre tenho dito que eu planejo e Deus decide - é a minha frase. Obviamente com este Blog não seria diferente. Embora eu não tenha planejado muito, imaginava seguir uma linha de raciocínio... que foi mudada, com sua resposta.
Por enquanto não quero falar com você. Estou ainda digerindo sua resposta. Tentando entender. Eu que achava que já tinha entendido tudo deste mundo - ledo engano. Brincadeirinha...não achava isso não.
Lá está Sofia... no jardim de sua casa, com a sensação de ser uma boneca de pano que ganhara vida por uma varinha de condão. 'Não é extraordinário estar viva?', pensa ela.... e logo pensa 'um dia terei desaparecido'.
É, isso de desaparecer é muito louco. Na verdade, não sei o que é mais insano desaparecer ou ser pra sempre.
Sofia sente falta da avó que havia morrido um tempinho atrás. "Injusto a vida ter fim...", pensa ela. Ou seria injusto a vida dos outros ter fim, antes da vida da gente?
Você sabe que há os que acreditam que não existe nada depois da morte.... ou não existe nada na morte. Pois então, pra esses grande coisa a morte.... se ela não é nada, então, beleza as pessoas morrerem.
Então, por que lamentam, choram quando pessoas queridas, próximas morrem? Claro que eu sei por que motivo eles lamentam. Lamentam, pois sentem falta dessas pessoas. Estão sendo, unica e exclusivamente egoístas...
E Sofia pensa "não se pode experimentar a sensação de existir sem se experimentar a certeza que se tem de morrer..."
É, muita gente experimenta as duas coisas; muita gente não experimenta nem uma, nem outra.
Que tipo de pessoa você é? O que você aprendeu nas aulas de religião? O que o seu sexto sentido lhe diz?
Você preferia que eu não lhe tivesse arrancado da sua letargia diuturna?
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